Informalidade é entrave para construção civil em Goiás
A Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) e o Sebrae Goiás apresentaram à imprensa os resultados da pesquisa sobre escassez de mão de obra na construção civil no Estado.
Sob encomenda do Conselho Temático de Relações do Trabalho (CTRT), da Fieg, em conjunto com o Sebrae (GO), e com apoio do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon) e Senai (GO), o IEL Goiás elaborou uma pesquisa sobre a escassez de mão de obra na construção civil.
Por meio do Observatório Fieg Iris Rezende, o IEL avaliou o desempenho das atividades do setor e os gargalos a serem corrigidos a fim de encontrar subsídios para enfrentar seus inúmeros desafios.
Entre 2011 e 2020, o setor da construção em Goiás registrou queda no número de empresas (9%) e emprego (33%). No entanto, a partir de 2019, observa-se uma recuperação do saldo de empregos, mas ainda insuficiente para recuperar a perda de mais de 20 mil postos de trabalho ao longo do período.
Somando-se a essa perda de profissionais, está o cenário de aquecimento do mercado, que provocou aumento considerável no número de registro de obras nos últimos anos (2019-2022), total de 1.787 registros, três vezes maior que o período de 2011 a 2018.
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