Colettiva Preta promove Novembro Negro

19/11/2022 | 0 comentários
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COLETTIVA PRETA promove no próximo sábado, 19 de novembro, o NOVEMBRO NEGRO. O evento, com entrada franca, é uma exposição multicultural liderado por mulheres negras que empreendem na arte, moda, gastronomia, educação e cultura. A última ocupação do ano acontece no Centro Cultural UFG, Praça Universitária, a partir das 9 horas.

 

Na edição, o projeto conta com a parceria da Empresa Enel, que realizará um desfile (confira programação abaixo), composto por peças desenvolvidas pelo Programa de Aceleração de Costureiras.

 

A COLETTIVA PRETA faz parte de um projeto de atenção e retomada econômica para o pós-pandemia em parceria com grupos de mulheres negras, indígenas e de comunidades tradicionais.

 

A ação visa ao fortalecimento de projetos de economia criativa com atenção à diversidade étnica e racial que existe no município, que objetiva gerar consumo e consequentemente renda as empresárias e autônomas.

 

Idealizada pela artesã e afroempreendedora Renata Caetano, e coordenado por um grupo de Gestoras: Erika Santos, Luciana Caetano, Milleide Lopes e Marci Dornelas, a COLETTIVA PRETA foi constituída em janeiro de 2022, a partir da realização, durante o ano de 2021, das seis edições da Feira das Preta+, que impactou diretamente 28 empreendimentos gestados por mulheres negras, o que possibilita a geração de renda, autonomia, empoderamento e enfrentamento a vulnerabilidade econômica.

 

Programação

 

Data: 19 de novembro

Horário: das 9h30 às 17h

Local: Centro Cultural UFG (Praça Universitária)

Entrada franca.

A feira seguirá todos os protocolos de segurança sanitários contra a Covid-19.

 

Abertura oficial: 9h

- Anfitriã COLETTIVA PRETA

- Exposição “Afrofuturar: Caminho Ancestral" da arte/educadora e artista Aissi Kárita. 

 

Consiste num conjunto de 16 ilustrações digitais, criadas pela arte/educadora e artista Aissi Kárita. Elas trazem o olhar da artista sobre afrofuturos e mitologia dos orixás, além de buscar referências em obras de artistas negros/negras contemporâneos e na cultura pop, sobretudo na estética de HQs e Grafic Novels. As obras estão em sintonia com seu trabalho enquanto pesquisadora, professora formadora e integrante do Grupo Tecer -Território Cerrado, do Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte, um grupo voltado à pesquisa, ensino-aprendizagem e produção artística em uma perspectiva antirracista.

 

9h30 às 14h

Troca de lâmpadas incandescente e fluorescente por LED- Troca de até 4 lâmpadas por conta de energia. Brindes serão distribuídos a todos que fizerem a pesquisa socioeconômica com agentes da Enel no local.

 

11h

Desfile Coleção Energia da Empresa Enel

Desfile composto de sei grupos produtivos parceiros da Enel. As peças que serão apresentadas são desenvolvidas pelo Programa de Aceleração de Costureiras.

 

12h

Desfile das marcas da COLETTIVA PRETA.

 

13h30

Mulheres na Roda de Samba

Formado em 2019 traz em seu bojo de homenagens sambistas de renome nacional e local. Interpreta canções de Alcione, Elza Soares, Leci Brandão e sambas autorais das integrantes que se somam ao movimento.

 

14h

Lançamento do Livro “ Moreninha Cor de Jambo Nada, Eu Sou Negra!” De Lívia Moraes

De Lívia Moraes, editora Telha. O livro descreve uma história sobre discriminação racial, para um público infanto-juvenil. A obra tem como protagonista uma menina, cuja família lhe chama de moreninha cor de jambo, mulata. É uma crítica sobre a desigualdade racial que, até hoje, existe no Brasil.

 

15h

Afoxé Omo Odé de mestre Luizinho

Criado na década de 90 por Pai João de Abuque e outras lideranças das religiões afrobrasileiras da capital, o Afoxé Omo Odé levou para o Carnaval de Goiânia nos anos de 1990 a 1993, toda a beleza da indumentária, o ritmo do ijexá e a musicalidade da religiosidade de matriz africana. O projeto se constituí como lugar de encontro para as pessoas que compartilham e admiram o legado e as tradições da cultura afrobrasileira. Atualmente o Afoxé Omo Odé está vinculado ao Yle Asé Oju Odé, dirigido pela Yalorixá Maria Socorro Alves Rodrigues e pelo Ogan Luís Lopes Machado, que juntamente com seus filhos e filhas de axé desenvolvem ações de valorização da cultura afro-brasileira, difusão do Afoxé, mantendo e preservando a tradição e legado de Pai João de Abuque, pioneiro do candomblé em Goiás.

 

16h30

Samba de Roda da Serrinha de Mestre Goyano.

 

17h

Encerramento.

 

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