Artista revisita intimismo familiar em individual

14/02/2022 | 0 comentários
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A exposição O muito que sobrou, individual do artista Emilliano Freitas na Sala Sebastião Barbosa na Vila Cultural Cora Coralina, apresenta trabalhos realizados em 2021 que partem da investigação de arquivos pessoais (fotos, vídeos, áudios) em um processo autoetnográfico poético de seu cotidiano nas décadas de 1980 e 1990.

 

Ao investigar poeticamente o álbum de fotografias de sua infância, o artista recria essas imagens trazendo à tona temas como afetividade e subjetividades familiares. As pinturas são realizadas em esmalte de unha em referência ao material utilizado por sua mãe em seu ofício como manicure, construindo camadas de significações, intrínsecas a essa matéria-prima, por meio de sua memória afetiva.

 

Emilliano Freitas é artista visual, natural de Tupaciguara/MG e atualmente vive na cidade de Goiás/GO. É professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFG – Campus Goiás, doutorando em Arte e Cultura Visual na FAV/UFG.

 

O artista e acadêmico participou de diversas exposições nacionais e internacionais (Acropolis Remix pavilion at The Wrong Biennale nº5, V Bienal do Sertão, 43° Salão de Artes Plásticas Waldemar Belisário, Salão de Artes de Vinhedo, 2° Salão de arte em pequenos formatos do MABI - Museu de Arte de Britânia, dentre outras).

 

O muito que sobrou conta com texto crítico de Rayssa Veríssimo, e sua abertura será na sexta-feira (18), às 16 horas, e vai até o dia 31 de março. A exibição se dá de segunda à sexta-feira, das 9 às 17 horas.

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