Einstein em Goiânia consolida protagonismo em inovação em saúde

03/07/2026 | 0 comentários
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O Centro de Inovação e Tecnologia em Saúde (CITS) do Einstein, em Goiânia, completa três anos de atuação, consolidando a capital goiana como um ambiente estratégico para o desenvolvimento de soluções tecnológicas com impacto nacional. Nesse período, a unidade estruturou um portfólio com nove projetos voltados à criação de softwares, plataformas digitais e aplicações de inteligência artificial para o setor da saúde.

Os projetos desenvolvidos incluem soluções voltadas à melhoria da assistência, apoio à tomada de decisão clínica, ao aumento da segurança do paciente e à otimização de processos hospitalares.

De acordo com o diretor executivo de inovação no Einstein, Rodrigo Bornhausen Demarch, a inovação é um instrumento para desenvolver soluções tecnológicas que melhorem a qualidade do cuidado, ampliem o acesso à saúde e gerem impacto social. “Em Goiânia, o centro fortalece esse propósito ao impulsionar pesquisa, tecnologia e desenvolvimento aplicado à assistência, consolidando a cidade como um importante polo de inovação em saúde”, ressalta.

Entre os destaques está o projeto de inteligência artificial para predição de desfechos em emergências cardiológicas, desenvolvido em parceria com a Philips, que utiliza tecnologia para apoiar equipes médicas em cenários críticos de atendimento.

Já o projeto de monitoramento inteligente da higiene das mãos em ambiente hospitalar é realizado com a SDC e reforça o uso da tecnologia como aliada na prevenção de infecções hospitalares e no fortalecimento da segurança assistencial. Hoje, a solução sendo implementada no Einstein em Goiânia e no Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia – Iris Rezende Machado (HMAP), em fase final de testes e instalação. Também desenvolvida pelo Centro em conjunto com a Akiyama, a plataforma de segurança hospitalar amplia o olhar para soluções voltadas à gestão e proteção dos ambientes hospitalares.

Atualmente, o Centro desenvolve aplicações de inteligência artificial em diferentes áreas da saúde e vem expandindo sua atuação e linhas de pesquisas para outras áreas como, por exemplo, o uso de laser na dermatologia e cosmiatria. A atuação da unidade em Goiânia funciona integrada à frente nacional de inovação do Einstein em São Paulo, ampliando a capacidade da organização de executar projetos de pesquisa e desenvolvimento em parceria com empresas de tecnologia e com grandes indústrias.

De acordo com o coordenador do CITS do Einstein em Goiânia, Douglas Almeida, a proposta da unidade sempre foi ampliar a capacidade de desenvolvimento tecnológico do Einstein a partir de Goiânia, demonstrando que soluções inovadoras podem ser concebidas, validadas e escaladas fora dos pólos tradicionais de tecnologia no país. “O modelo adotado na capital goiana aproxima equipes técnicas, profissionais assistenciais e usuários finais, permitindo que as soluções sejam desenvolvidas e validadas em ambientes reais de atendimento”, afirma.

O coordenador também ressalta que o trabalho realizado em Goiânia fortalece não apenas a inovação em saúde, mas também a criação de oportunidades para profissionais da região. Desde a inauguração do Centro, foi estruturada uma equipe local formada por talentos goianos que atuam diretamente nos projetos de pesquisa e desenvolvimento, contribuindo para consolidar uma cultura de inovação, colaboração e aprendizado contínuo.

Além da execução dos projetos, o CITS Goiânia mantém diálogo com universidades, hubs de inovação e instituições do ecossistema regional, em um movimento de aproximação que busca fortalecer futuras conexões estratégicas. A unidade projeta ampliar o número de parcerias nos próximos anos, especialmente com empresas interessadas no desenvolvimento de soluções digitais, inteligência artifical e projetos de pesquisa e desenvolvimento em saúde com alcance nacional.

“A consolidação dos primeiros três anos de atuação em Goiânia reforça sua posição como território de experimentação, desenvolvimento e escala de tecnologias em saúde, ampliando sua contribuição para o futuro da inovação no Brasil”, avalia o coordenador.

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